
Enfim, fico com os versos de Jorge Luis Borges: “Já não serei feliz, e isso não importa/ há muitas outras coisas neste mundo”.

Diante da morte, a dor da separação não pode ser evitada. Contudo, a maneira de encarar a situação e o entendimento de que a morte não existe podem auxiliar, em muito, as pessoas a passarem por este transe tão difícil. O cientista Sir Oliver Lodge estudou e conduziu experimentações, durante anos, acerca dos fenômenos espíritas e tendo perdido um filho durante a 1ª Grande Guerra escreveu um livro, "Raymond", sobre as comunicações mediúnicas e provas de identidade do filho que empresta o seu nome à obra, traduzida por Monteiro Lobato. Diz o cientista: “Jamais ocultei minha crença de que a personalidade não só persiste, como ainda continua mais entrosada ao nosso viver diário do que geralmente o supomos.”Palestra AME GO - Transtorno bipolar do Humor e Mediunidade - Dr. Luiz Antônio de Paiva
Encha um copo de água pela metade e mostre-o a duas pessoas: uma diz que ele está meio cheio, e outra diz que ele está meio vazio. Para a psicologia, temos dois processos psicológicos diferentes. Se você se fixar na plenitude, vai se sentir repleto; se fixar no vazio, você será esvaziado. É uma lei mágica: quando um doente não pensa senão na sua doença, o seu estado piora, porque todo o pensamento negativo provoca a desagregação. Ele que pense em saúde, e esse pensamento curá-lo-á.
"Você já percebeu que, às vezes, uma vaga tristeza se apodera do nosso coração e nos leva a considerar amarga a vida? É que nosso Espírito, aspirando a felicidade e a liberdade, se sente esgotado, cativo ao corpo e a esta vida, que muitas vezes estranhamos. Com isto, caímos no desânimo e, como o corpo sofre essa influência, toma-nos o cansaço, o abatimento, uma espécie de apatia. E nos julgamos infelizes. A saudade dos amores que já se foram comprime-nos o peito, e a solidão aproveita para se instalar em nossa alma sofrida. Os dias se sucedem e a tristeza teima em nos fazer companhia..."
A lição de Susan Boyle e de seu gato Pebbles mostra, nas palavras da jornalista Pam Belluck, do New York Times, o "quão superficiais estamos". Mas, depois que seu vídeo se tornou viral, vemos uma epidemia de comentários e análises de como estereotipamos as pessoas em categorias, como caímos vítima de preconceitos, como julgamos superficialmente. Há até mesmo cientistas buscando justificar, afirmando que "há motivos para avaliarmos rapidamente as pessoas". Para Susan Fiske, uma professora de psicologia e neurociência da Universidade de Princeton, "a atração é uma coisa que reforça o estereótipo e faz com que se cumpra". 
"As vezes o pensamento dele me alcança e fico aborrecido se nada posso fazer para subtrair a tristeza. Peço-lhes alegria... Espero que estas minhas palavras lhe transmitam a certeza de que sou eu, seu filho Tom." Everton Borba Quadros
Mensagem psicografada pelo médium Carlos Baccelli, no dia 26/04/2008, no Centro Espírita "Pedro e Paulo", em Uberaba (MG)
"Gostaria de dizer essa noite, belas palavras, para que todos possam sair felizes na busca de novos horizontes. Porém me sinto tão pequenino, envolvido na dor que me consome na falta da esperança que habita em meu coração.
Quando as sombras da morte arrebatam nossos amores, um punhal se crava em nosso coração. A dor é tamanha, a sensação de perda é tão grande que o corpo inteiro sente dores. À medida que os dias passam, a ausência se faz dolorida. Então, revolvemos nossas lembranças, recordando das viagens, das pequenas coisas do dia a dia, dos aniversários, das tolices. E até das rusgas, das pequenas discussões ao longo dos anos.
Uma segunda defesa da tristeza pode ser resumida pelo famoso ditado do filósofo alemão Friedrich Nietzsche: “O que não me mata me torna mais forte”. Ele aponta para o valor da adversidade. Como disse Paulo, em sua Carta aos Romanos: “O sofrimento produz resistência, a resistência produz caráter e o caráter produz a fé”.
Joseph Campbell. No livro O Herói das Mil Faces, ele descreve um esquema comum a quase todos os grandes mitos da humanidade, incluindo as grandes religiões. Para se tornar um herói, a personagem recebe um “chamado”, tenta rejeitá-lo, é obrigada finalmente a aceitar a missão, viaja, passa por alguma provação, encontra alguém ou algum objeto mágico que lhe forneça uma revelação, volta mais forte, vence o obstáculo inicial e, com isso, liberta os demais, ou lidera-os no caminho da redenção. Pense em seu herói favorito, ou na história de Moisés, Jesus, Maomé, Buda, e compare com o roteiro de Campbell.
"Minha neta A. procura notícias minhas. Quer saber como estou. Na verdade, ela quer acreditar que existe vida depois da morte e só acreditaria se alguém que se foi, voltasse para falar como é.Assinado : Sem Identificação (psicografia)
Data : 24 de julho de 2008
Local : Sorocaba ( SP )
Médium : S.A.O.G.
Dizem os pesquisadores atuais que a felicidade tem e "deve ter" limites. Nesse campo estão os argumentos apresentados por Diener: ser feliz demais não é bom. O contentamento em excesso torna as pessoas menos capazes, menos saudáveis, menos atentas a riscos. Além do pragmatismo de Diener, há uma questão de essência. “Cedo ou tarde na vida, cada um de nós se dá conta de que a felicidade completa é irrealizável”, escreveu o escritor italiano Primo Levi, um sobrevivente de um campo de extermínio nazista durante a Segunda Guerra Mundial. “Poucos, porém, atentam para a reflexão oposta: que também é irrealizável a infelicidade completa. Os motivos que se opõem à realização de ambos os estados-limite são da mesma natureza, eles vêm de nossa condição humana, que é contra qualquer ‘infinito’.” 
Se as águas do mar da vida
quiserem te afogar.
Segura na mão de Deus e vai
Se as tristezas desta vida
quiserem te sufocar.
Segura na mão de Deus e vai
Segura na mão de Deus,
segura na mão de Deus,
pois ela, ela te sustentará.
Não temas, segue adiante
e não olhes para trás.
Segura na mão de Deus e vai
Se a jornada é pesada
e te cansas da caminhada.
Segura na mão de Deus e vai
Orando, jejuando, confiando e confessando.
Segura na mão de Deus e vai
O Espírito do Senhor
sempre te revestirá.
Segura na mão de Deus e vai
Jesus Cristo prometeu
que jamais te deixará.
Segura na mão de Deus e vai
Homenagem ao amor de uma filha, Cristiane Thiago, a seu pai, José Thiago, que partiu há um ano e para quem ela criou uma emocionada Comunidade no Orkut ( PERDI MEU AMADO PAI... SAUDADE ). Veja a cartas escritas por ela e que, apesar do embargo da emoção, fortalecem a fé na eternidade do espírito.
"Como está dificil sem você meu pai...
Pai, hoje vim aqui conversar com você um pouquinho. Sabe, ol
he por nós... As coisas estão ficando cada vez mais difícil com a mãe, ela te chama a todo instante pois vocês prometeram um ao outro que se um se fosse primeiro o outro viria buscar logo em seguida. Já se passaram 4 meses e 16 dias que você se foi e, hoje, tive que ouvir isso de novo da boca dela. Tenho até dó de você pois sei que não está descansando como merece ai em cima.
"Pai, ameniza o coração... Ela esta sofrendo demais... Quando será que tudo isso vai passar ?! Esquecer você jamais, mas acalmá-la um pouco... Estou muito preocupada com ela. Me oriente por favor, meu pai. Eu te amo e jamais vou me esquecer. Ah, a sua chácara continua linda do jeito que você sempre gostou que ficasse e continuarei cuidando de lá como eu te prometi".
Um ano após sua partida...
"Nossa, como passou rápido... Estes dias estão sendo muito dolorosos, pois recordamos todos os momentos. Há um ano você ainda estava em casa, mas muito ruim, não tinha mais forças pra nada, o seu sofrimento a cada dia que se passava era muito grande. Pôxa, como eu queria você de volta. Está muito dificil ! Como dói... que falta que você faz. Mas Deus, em sua infinita sabedoria, sabe o que faz e quiz te ter do lado dele. Agora é você quem cuida de nós aqui em baixo, né?
"Meu amado pai, que saudade infinita que não cessa nunca. Parece que está pior, mas espero que você esteja muito bem agora, sem dor e sem sofrimento, recuperado para poder seguir sua jornada. Pai, nunca se esqueça, te amo e sempre vou te amar pois você foi e será sempre meu pai, amigo, conselheiro; uma pessoa que me ensinou a viver dignamente. Sinto muita saudades suas. Te amarei para sempre". Assinado : Cristiane
"É com grande emoção que começo a lhe dirigir estas palavras. Hoje conheço melhor minhas emoções e sensações.
É comum confundir os conceitos de tristeza com depressão. E dá-lhe remédio. É como se quiséssemos abolir de nossa vida toda e qualquer contrariedade. "Eu não tenho problemas de depressão, apenas de mau humor e timidez", diz um internauta da comunidade Confissões de um Prozaquiano, que tem 160 membros no site de relacionamento Orkut. "Uso pelo estresse do dia-a-dia mesmo. É um santo remédio." O próprio Del Sant é um exemplo contra o abuso. No ano passado, uma de suas filhas, Carlota, sofreu um acidente de trânsito e está em coma até agora. Já passou por 16 cirurgias. "Eu, minha mulher, Solange, e minha outra filha, Lorena, estamos profundamente tristes. Muitas vezes, choramos. Sentimos falta da nossa Carlota. Mas não estamos depressivos." Assustado com a enorme indústria que se formou em torno de nossa necessidade de ser felizes acima de tudo, um dos pioneiros do estudo da felicidade, o psicólogo americano Edward Diener - por muito tempo alcunhado de Doutor Felicidade - voltou atrás. Não à toa, seu próximo livro, em parceria com o filho, Robert Biswas-Diener, terá o título de Rethinking Happiness (Repensando a Felicidade). Diener não renega sua tese central, de que as pessoas felizes vivem mais (por ter sistemas imunes mais fortes) e são mais bem-sucedidas. Mas ele aprofundou suas pesquisas. Em geral, os estudos sobre o tema comparam pessoas felizes com pessoas infelizes. Desta vez, Diener comparou pessoas felizes e pessoas extremamente felizes. Aí, o resultado é outro. Os extremamente felizes vivem menos que os moderadamente felizes, e são menos bem-sucedidos. Sua conclusão: há um nível de felicidade ótimo, além do qual ela se torna mais prejudicial que benéfica. Segundo ele, numa escala de 0 a 10, sendo 0 o sujeito miserável e 10 a pessoa inabalavelmente contente, o melhor é uma nota 8, nível médio de felicidade. Ele garante uma existência aprazível e traz uma margem de insatisfação
que evita a letargia. Como diz Diener, há uma lista enorme de pessoas que querem que você seja mais feliz - não importa quanto você já seja. Essa lista inclui os ativistas da psicologia positiva, uma corrente que se tornou preponderante nos Estados Unidos no fim da década de 90 e afirma que, em vez de apenas curar doenças, a medicina da mente deve tratar de elevar nosso bem-estar. Também inclui os autores de livros com receitas para sermos mais contentes, os políticos em quem você votou (porque a probabilidade é que os reeleja), os profissionais de auto-ajuda, os técnicos de laboratórios que buscam drogas cada vez mais eficazes para combater a tristeza. Até sua mãe, "porque ela o ama e provavelmente se sentirá um fracasso se você for uma pessoa infeliz". Há, no entanto, uma corrente cada vez mais vigorosa contra essa indústria da felicidade. Ela inclui quatro vertentes de combate: Felicidade tem limite; Sem obstáculos, não há vitória; A alegria ou a vida e Angústia dos gênios. Estes temas serão tratados nas próximas postagens.