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quarta-feira, 18 de março de 2009

A MORTE INTRIGA AS PESSOAS

A morte é algo que intriga a maioria das pessoas. Muitos não querem pensar nela, mas é interessante imaginar o que nos espera após o fenômeno da morte. Para aonde vamos? Esta é a pergunta mais comum. Cada religião interpreta de um jeito. Algumas pregam que as pessoas passarão pelo purgatório antes de entrar no céu ou no inferno. Outra hipótese é a de que ficaremos aguardando o dia do juízo final. O espiritismo, assim como outras doutrinas, afirma a realidade da reencarnação e que o fenômeno da morte é apenas uma mudança de plano.

As pessoas que não acreditam na reencarnação normalmente fazem chacotas com os que acreditam, dizendo que "ninguém até hoje voltou para dizer como é do outro lado". Mas, por meio da mediunidade, os espíritos enviam mensagens, escrevem livros e descrevem como é do "outro lado". Além disto, a experiência de quase-morte é uma comprovação de quem esteve do "outro lado". Afinal, a pessoa é considerada clinicamente morta e depois de alguns minutos, retoma ao mundo material, sem que a medicina consiga provar e comprovar como ocorre este fenômeno. Pesquisas nesta área oferecem relatos impressionantes.

Um destes é o de um rapaz que, após ser considerado clinicamente morto pelos médicos, deixou seu corpo e passou a caminhar pelos corredores do hospital. Saiu do local e foi passear no parque. Este homem declarou ter visto um conhecido neste parque o que depois foi confirmado pelo outro. Mas do seu relato, o que mais impressionou foi o fato de ter presenciado o atropelamento de um homem na rua. O homem, após desencarnar, chegou a conversar com este paciente. Depois, uma forte luz levou o atropelado. Logo após, o paciente sentiu-se atraído novamente para o hospital. Quando comentou o que viu em sua EQM (Experiência de Quase Morte) para algumas pessoas, elas checaram junto à polícia as informações sobre o atropelamento, que foi confirmado pelas autoridades.

Os materialistas são os que mais sofrem ao pensar na morte. Geralmente, são criaturas apegadas demais aos bens terrenos e ao pensar na perda dos prazeres triviais, sofrem por antecipação. Esta preocupação poderá acompanhá-las além túmulo. A morte é uma conseqüência da vida, mas a vida é uma conseqüência da Vida Maior. Pensando desta forma, descartamos a palavra morte no seu sentido natural. Em seu lugar, coloquemos vida, ficando "vida após a vida".

Em Apologia de Sócrates, Platão escreve qual era o pensamento de seu mestre sobre a morte: "Quanto a esta, apenas pode ser uma destas duas coisas: ou aquele que morre é reduzido ao nada e não tem mais qualquer consciência, ou então, conforme ao que se diz, a morte é uma mudança, uma transmigração da alma do lugar onde nos encontramos para outro lugar. Se a morte é a extinção de todo sentimento e assemelha-se a um desses sonos nos quais nada se vê, mesmo em sonho, então morrer é um ganho maravilhoso. (...) Por outro lado, se a morte é como uma passagem daqui para outro lugar, e se é verdade, como se diz, que todos os mortos aí se reúnem, pode-se imaginar maior bem?".

O que nos espera do "outro lado" pode ser comparado por meio de uma metáfora, a plantação na lavoura. Iremos colher dependendo do que plantamos, ou seja, do esforço aplicado naquele trabalho, das condições de aproveitamento do tempo, da perseverança em vencer os obstáculos, e finalmente, da disposição em dividirmos esta colheita com outras pessoas. Devemos fazer uma análise da nossa "plantação" e nos perguntarmos: Estou plantando o suficiente para ter uma boa colheita? Esta é uma forma sutil de sabermos o que colheremos do "outro lado".

Deus é perfeito em sua criação. Ele nos dá inúmeras condições de evoluir. Ninguém fica desamparado, seja neste plano ou nos outros. Cabe a nós, e somente a nós, decidirmos em que condições queremos viver, seja qual for o plano. Vamos trabalhar em prol do bem, pois estaremos atraindo bons fluidos e pessoas afins para o nosso desiderato. Obstáculos não vão faltar, mas teremos a mão do companheiro ao lado formando uma corrente positiva, fortalecendo nossas intenções e purificando os pensamentos.

Não devemos temer a morte, e sim, evoluir nesta vida, afinal, uma outra vida nos espera do "outro lado".

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quinta-feira, 5 de março de 2009

TIVE QUE LUTAR CONTRA MEUS MEDOS

"Trago em mim a saudade guardada no velho peito, relembrando o lar de outrora, com o cenário que ficou guardado em mim. Lembranças viajam com a gente, ficam gravadas em nossa mente, compreendendo que a morte física não nos separa de nossos afetos.

Filho, esposa, netos, como num álbum de fotos vai sendo mostrado nas nossas saudades.Reparto com todos, esses momentos, e todos repartem comigo suas lembranças. É muito bom encontrar amigos, e muito bom encontrar a paz. Porém muito tive que lutar contra meus preconceitos, meus medos, minha ignorância e no sofrer, encontrei o real caminho do entendimento. Para aqueles que já se encontram no caminho da reforma interior, o passo já foi dado, para que ao transpor a porta do adeus, encontrem mais fácil os caminhos redentores do amor e luz. Com carinho."

Assinado : Ronaldo (psicografia)

Data : 09 de novembro de 2006
Local : CE Nova Esperança - Mongaguá (SP)
Médium : L.

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sábado, 21 de fevereiro de 2009

A DOR ESTÁ ALOJADA EM MEU PEITO...

"Gostaria de dizer essa noite, belas palavras, para que todos possam sair felizes na busca de novos horizontes. Porém me sinto tão pequenino, envolvido na dor que me consome na falta da esperança que habita em meu coração.

Sempre gostamos de ouvir doces de gentis palavras, que envolvem a mente e nos deixa tranqüilos. A vida nos dá de presente muitas escolhas, para que possamos tomar o caminho que irá nos dar entendimento para o correto modo de vivenciar cada momento que estamos passando, sejam eles difíceis, alegres, tristes, desesperador. Olhamos e não vemos a luz, passamos horas e horas pensando e não assimilamos nada, no sentido de percorrer a existência, pelos caminhos da razão, da compreensão e principalmente do amor.

Hoje me encontro tristemente me expressando, porque não encontrei a chaves para ser alegre, não encontrei ainda essa luz que abre todos os caminhos para a nova jornada. A dor está alojada em meu peito, e somente o amor dos que me amam, poderá me tirar desse vale de lágrimas, desse medo de ir a frente, dessa solidão, que eu mesmo me impus, para assim achar através do sofrer, a paz que nunca tive".


Assinado : Ronaldo

Data : 23 de março de 2006
Local : CE Nova Esperança - Mongaguá (SP)
Médium : L.

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terça-feira, 20 de janeiro de 2009

LIÇÕES DE CHICO XAVIER - VI

Esta é a sexta postagem com lições de vida de Chico Xavier, colhidas das inúmeras entrevistas concedidas ao longo de sua vida. Hoje os temas são dotes mediúnicos, medo da morte e crescimento de outras doutrinas.

DOUTRINAS - Como os espíritos explicam o crescimento das chamadas doutrinas evangélicas e pentecostais?

Chico Xavier: Cada um tem liberdade para manifestar seus pensamentos e estender suas idéias. Sempre existirão aventureiros. E eles terão sempre em sua mira aqueles que trabalham . Somos um conjunto de corações que precisa estar atento às nossas tradições, não digo tradição no sentido do comodismo, mas no sentido de grandeza, progresso objetivo, pensamento positivos e realmente voltados para o bem do próximo. Isso tudo é pensamento dos espíritos amigos. Devemos cultivar nossas orações não como uma obrigação mas como uma homenagem singela a Deus, que nos deu um mundo tão lindo. Eu olho as plantas por esta minha janela e fico perguntando por que elas são tão verdes e tão floridas. Vejo nesta simplicidade o melhor lugar para se orar e falar com Deus.

Para que freqüentar igrejas sombrias quando o caminho da alma é aquele onde se adora a Deus e se ama o próximo. Aí está a estrada que devemos percorrer. Um dia alguém veio me dizer que em determinada cidade uma igreja havia sido destruída. Não quis saber qual era a cidade, mas disse: cada igreja que se fecha dá a chance de abertura de cinco sanatórios. Não posso discutir sobre essas igrejas porque elas se dividiram. Mas acho que Jesus ainda é nosso maior ponto de chegada, nosso ponto central de atenção. Não compreendo a divisão da fé. Acho que o cristianismo é uno e sua divisão é incompreensível. Aquilo que não compreendo não falo.

Extraído do livro Lições de Sabedoria - Chico Xavier nos 23 anos da Folha Espírita, escrito por Marlene R. S. Nobre.


MEDIUNIDADE (DOTES) - Gostaria de saber como uma pessoa pode notar que é dotada de mediunidade, quais as vantagens espirituais oferecidas pela mesma, e como essa pessoa deve proceder?

Chico Xavier: Vamos dizer, a mediunidade é peculiar a toda criatura humana; todas as pessoas são portadoras de valores mediúnicos que podem ser cultivados ao máximo, desde que a criatura se dedique a esse gênero de trabalho espiritual. De modo que. muitas vezes, encontramos uma certa dificuldade no problema mediúnico dentro da Doutrina Espírita. De modo geral, a pessoa só se diz médium quando se sente vinculada a um processo obsessivo; quando sente arrepios, muita perturbação., muito assediado, médium doente. A mediunidade está enferma. Mas a pessoa sã, em plenitude dos seus valores tísicos, pode perfeitamente estudar a própria mediunidade e ver qual o caminho que suas faculdades mediúnicas podem tomar.

Uma criatura que desenvolva a sua própria mediunidade, desenvolve-a educando-se, procurando aprimorar a sua capacidade cultural, os seus valores, vamos dizer, os seus valores de experiência humana, os seus contatos no campo da humanidade, o seu dom de servir; essa criatura encontra na mediunidade um campo vastíssimo de trabalho e de felicidade, porque a felicidade verdadeira vem do trabalho bem aplicado, daquele trabalho que se constitui um serviço pelo bem de todos. E o médium, dentro da Doutrina Espírita. é uma criatura não considerada fora de série de criaturas humanas 0 médium é um ser humano, com as fraquezas e as perfeições potenciais de toda a criatura terrestre.

Então, a Doutrina Espírita é Mãe Generosa porque acolhe a criatura humana e faz dela um médium, mesmo que tenha muitos erros e muitos acertos, mas, depois, no Curso do tempo, os acertos vão abafando os erros e a criatura pode terminar a existência com grande merecimento porque pelo trabalho na mediunidade , trabalho pelo bem comum, ela vence esse peso, que é o mais importante no mundo. Vencer a nós mesmos do ponto de vista das tendências inferiores que estejamos carregando. Falo isso a meu respeito, porque não creio que ninguém carregue tanta imperfeição como eu...

Evangelho e Ação - Fevereiro e Março de 2000


MEDO DA MORTE - Você tem medo da morte?

Chico Xavier: Não tenho medo, pois creio que essa convivência com entidades espirituais me deu um desligamento dos interesses imediatos da vida física. Prefiro viver no padrão que fui criado. Assim eu quero que seja até o dia de partir. Não sou atormentado pela dor. Sou muito feliz porque os espíritos me escolheram para realizar esta tarefa de, durante algum tempo, na forma de livros e mensagens, poder estender suas opiniões e manifestações. Comecei este trabalho em 1927 e trabalhei regularmente com eles até 1994.

De uma entrevista dada a Gugu Liberato, em novembro de 1995, publicada na Revista Isto É

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segunda-feira, 18 de agosto de 2008

MEDO DA MORTE


"São muitas as pessoas que, por seu pavor à morte,
estão deixando de realmente viver." Paul Simonton

O medo da morte pode fazer com que deixemos de aproveitar certas oportunidades que surgem. Essas oportunidades assumem uma postura extremamente perigosa, perigo esse – pensamos – que pode nos levar à morte. É medo de dirigir; medo de viajar de avião; medo da solidão; medo de sair à noite; medo de dizer sim; inclusive medo de dizer não...

O fato é que quando deixamos de viver em função do medo da morte, passamos a morrer até mesmo antes de havermos morrido.

Qual é a parte da vida que hoje você está deixando de viver em função do medo da morte? Você pode tentar se convencer de que pode viver sem essas coisas; no entanto, será que você realmente está vivendo? Você está mesmo vivendo, quando se abstém das pessoas ou das experiências que acredita que podem feri-lo, machucá-lo, ou de alguma forma tirar-lhe a vida? Existe uma maneira de escapar do medo da morte. Tenha em mente dois fatos inquestionáveis: 1) a vida e a morte estão nas mãos de Deus; 2) considere que você começou a morrer no momento em que você nasceu.
Nélio Da Silva

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terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

O URSO FAMINTO - César Romão


Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento. A época era de escassez. Porém, seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de caçadores. Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, dirigiu-se para uma grande fogueira, ainda ardendo em brasas e dela tirou uma enorme tina de comida.

Quando a tina já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando a comida. Enquanto abraçava a tina, começou a perceber algo lhe atingindo. Na verdade, era o calor da tina que o estava queimando. Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a tina encostava.

O urso nunca havia experimentado aquela sensação; interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida. Então, começou a urrar muito alto. E, quanto mais alto rugia, mais apertava a tina quente contra seu imenso corpo. Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia.

Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso, praticamente sentado, recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida. Ele tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na tina e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo.

Quando terminei de ouvir esta história do mestre Jomano, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes. Algumas delas nos fazem gemer de dor; nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes.

Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero. Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos. Para que tudo dê certo em sua vida, é necessário reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salvação vai lhe dar condições de prosseguir.

Tenha a coragem e a visão que o urso não teve. Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu coração arder. Solte a tina, solte a tina...

Quando soltá-la, perceberá que você pode libertar-se e que, com certeza, tudo vai dar certo....

Por César Romão - do livro "Tudo vai dar certo"
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sábado, 13 de outubro de 2007

CELSO DE ALMEIDA : "Peço só que rezem por mim"

Celso de Almeida Afonso, nasceu em Araxá. Espírita, exerce a função de ourives em Uberaba e freqüenta o "Centro Aurélio Agostinho", onde há mais de quarenta anos pratica a mediunidade. A mãe de Celso, espírita convicta e praticante, levava o filho às reuniões. Algum tempo depois, o menino de 14 anos, viu nitidamente o pai (falecido há dois anos) em seu quarto. "Foi terrível, inexplicável. Ainda hoje não consigo descrever o que senti", diz num tom sério. A partir daí, o menino só dormiu com a luz do quarto acesa.

Aos dezesseis anos, morando em São Paulo, Celso foi a Sacramento visitar uma tia. A cidade estava em polvorosa. Todos falavam do homem que psicografava e trazia mensagens dos espíritos. Era Chico Xavier. Naturalmente, todos os espíritas iriam vê-lo e Celso decidiu comparecer ao evento. Vendo o tumulto e o número considerável de pessoas, afastou-se rapidamente. Foi quando uma senhora pediu: "Chico, autografa esse livro pra mim". Chico olhou na direção dele e disse: "Só se o Celso me emprestar a caneta que ele tem no bolso", conta o espírita.

Chico Xavier aproximou-se de Celso e o apresentou para a comitiva que o acompanhava: "Esse rapaz vai trabalhar conosco em Uberaba". Não querendo retrucar, Celso nada disse. Mas sabia que seria quase impossível trabalhar com Chico Xavier. A família era de Araxá, morava em São Paulo e não conhecia ninguém de Uberaba. "Só prá ver como é a vida: voltei para São Paulo, minha mãe ficou muito doente. O clima da cidade fazia muito mal para ela. Minha irmã casou e foi morar em Uberaba. Por causa da doença da minha mãe mudamos pra casa da minha irmã. Em apenas dois anos a previsão se cumpriu!", Celso garante.

Iniciando sua caminhada no Espiritismo, Celso participava das reuniões e, aos 23 anos, fez sua primeira psicografia. Porém não aceitava essa faculdade mediúnica. Tinha receio de ser chamado de charlatão, ser julgado pelas pessoas. Para ele, era difícil largar sua casa, a família e sentar numa mesa para psicografar na frente de uma enorme quantidade de pessoas. Certo dia, Chico Xavier o procurou e fez a inevitável pergunta: "Quando começa a psicografar ?". Celso, meio constrangido, alegou não ter capacidade para se expôr. Chico o observou em silêncio e disse: "Então você é melhor que Jesus. Ele foi julgado! Ora, Celso, se te chamarem de impostor você sabe que não é, e se te chamarem de santo, você também sabe que não é.. E mais: julgado, todos os dias nós somos: em casa, na rua, no emprego... O que importa é o trabalho a fazer."

Diante da insuperável argumentação, Celso começou efetivamente a psicografar perante o povo nas reuniões espíritas. "Peço apenas que essas mães rezem por mim... enquanto minhas orações chegam só até esse telhado aqui, a prece de mãe arromba a porta do céu!", afirma às gargalhadas.
A partir de reportagem de Karla Marília Meneses, no site Revelação On-line

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sábado, 4 de agosto de 2007

PLANO REENCARNATÓRIO (VÔO 3054) - Ivan

A caridade e a fé são os caminhos mais suaves que nos levam à Deus. Não a fé cega, desorientada, mas a fé racional, que traz entendimento e esperança a todas as criaturas. Principalmente quando acontecem grandes catástrofes, grandes acidentes ou atos de violência que assombram toda a população, como o incidente ocorrido nesta semana.

Precisamos compreender que por traz das terríveis imagens exibidas e exploradas pelos meios de comunicação, que por traz do quadro de dor e sofrimento em que se apresentam os familiares desesperados, existe a justiça divina, que nunca erra, que nunca desampara a acalentar as dores de todos, sejam daqueles que partiram, quanto daqueles que ficaram.

Sei que parece estranho dizer que em meio a acidentes e catástrofes naturais é a Vontade Suprema que está agindo, sei também que nesses momentos é preciso ter em mente a frase “não cai uma folha de uma árvore, sem que seja da vontade de Deus.” Pois então devemos colocar esse pensamento sempre a frente de exclamações que por vezes podem soar como falta de fé.

Todos têm uma missão, um plano reencarnatório, escolhemos nosso meio, nosso nome e muitas outras coisas, na maioria das vezes, até como será nosso desencarne. Então, antes de exclamarem palavras de medo, de indignação, de questionar as Divinas Leis, de buscar “porquês”, de quem é a culpa, lembremo-nos que por traz de tudo existe a soberana e sábia Lei de Causa e Efeito, de que nos só colhemos aquilo que plantamos, até as vítimas dos grandes desastres da humanidade. Fiquem em paz.”

Assinado : Ivan

Data : Julho de 2007.
Local : Sorocaba (SP)
Médium : T.T.V.M.

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